• O Papel do AEE na Escola Regular: Atribuições do professor de AEE e a articulação com a sala de aula comum.
• Conceituando a CAA: Diferença entre Comunicação Alternativa (substituta) e Ampliada (suplementar).
• Público-Alvo da CAA: Indicações para alunos com Paralisia Cerebral, Autismo (TEA), Deficiência Intelectual e outras condições correlatas.
• Mitos e Verdades: Quebrando a ideia de que a CAA inibe o desenvolvimento da fala.
• Avaliação das Habilidades Comunicativas: Identificação das formas atuais de comunicação do aluno (gestos, olhar, choro).
• Sistemas de Símbolos: Introdução aos principais sistemas de representação visual (PCS, Widgit, ARASAAC e fotografias).
• Seleção de Vocabulário: Como escolher palavras essenciais (core vocabulary) e palavras periféricas para dar voz real ao aluno.
• Acessibilidade ao Recurso: Avaliação motora e sensorial para definir a forma de acionamento (toque direto, varredura, uso de acionadores ou colmeias).
• Recursos de Baixa Tecnologia: Confecção de pranchas temáticas de rotina, pastas de comunicação de intercâmbio de figuras (estilo PECS) e chaveiros de comunicação.
• Recursos de Alta Tecnologia: Uso de tablets e computadores, introdução a softwares e aplicativos de comunicação (como Livox, LetMeTalk, TD Snap, entre outros).
• Parceria com a Tecnologia Assistiva: Recursos para garantir o posicionamento adequado do dispositivo na carteira ou cadeira de rodas.
• Modelagem (A estratégia de Aided Language Stimulation): Como o professor e os colegas devem usar a prancha para conversar com o aluno.
• Engajamento do Entorno: Estratégias para envolver o professor da sala regular, os colegas de classe e os funcionários da escola na cultura da comunicação alternativa.
• Parceria com a Família: Orientações para que o sistema de comunicação saia da escola e seja utilizado em casa e na comunidade.
• O Plano de AEE: Registro do uso da CAA no Plano de Desenvolvimento Individualizado (PDI) do estudante.